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terça-feira, 5 de outubro de 2010

A Arte da Improvisação

Depois de tanto pensar no que escrever- já que era hora de produzir algo- pensei em encher linguiça- agora sem trema. Encher linguiça é uma arte milenar, tenho certeza que Homero já se pegou pensando- O que eu escrevo agora? Ah, vamos ver no que vai dar isso aqui- e acabou criando heróis como Páris e cia (não é minha pretensão escrever um conto épico nesse humilde blog, que fique claro).

Paulo Coelho é um fã dessa técnica, os Beatles também já usaram essa técnica em alguns de seus álbuns.

Evidente que a encheção de linguiça e a qualidade da obra são forças inversamente proporcionais, porém é difícil quando se tem uma redação do tipo "Disserte sobre a vida das capivaras em 50 linhas" ou "Explique porquê não devemos guardar os ovos no compartimento que fica na porta da geladeira em 30 linhas".

O melhor exemplo dessa linha de improvisação é a grade da televisão de madrugada, aberta ou não. Parece que eles se importam com sua saúde e fazem de tudo pra você ir dormir, com todos aqueles seriados dos anos 80/90 de baixo orçamento, filmes com Van Damme, especiais de madrugada com Jeannie é um Gênio, etc.
Pelo que ouço falar monografias são fontes riquíssimas dessa mesma improvisação.

A maioria dos filmes com mais de 3 horas de duração poderiam ter metade disso, coincidentemente são os que mais possuem efeitos especiais. Programas de televisão com mais de uma hora de duração também abusam dessa arte que é encher linguiça, destacando os programas ao vivo.

Portanto não há nada de errado em usar essa técnica algumas vezes, vide esse texto que até se tornou metalinguístico.

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sábado, 11 de setembro de 2010

Livres?

O homem bate no peito e enche a boca para falar que é livre, mas será que ele realmente é¿ Supostamente o homem é livre, ele possui o direito de escolha, o direito de ir e vir, a capacidade de decidir suas ações, porém às vezes a liberdade de um homem interfere na liberdade de outro. Então o homem não é totalmente livre. A liberdade do homem é estabelecida até certo ponto, esse “ponto” são as leis, ele tem a liberdade de fazer o que bem entender, mas se infringi-las irá sofrer as conseqüências, ou seja, as leis impõem limites a liberdade

Até quando se tornaram “livres” os escravos, os próprios não eram completamente “livres”, com o passar do tempo se viram obrigados por ser uma das únicas opções a voltarem a trabalhar nos engenhos, dessa vez recebiam uma remuneração que não era grande coisa, mas era melhor que a escravidão. O homem tem o direito de decidir se irá ou não trabalhar, porém estará a seu cargo suportar as conseqüências da falta de emprego. Então, o homem na verdade não é totalmente livre, algumas de suas ações são tolhidas pela sociedade e por suas leis tornando a liberdade do homem em uma liberdade parcial, onde ele possui liberdade até que interfira na liberdade de outro homem.

A escravidão foi abolida disso todos sabem com exceção de algumas pessoas que ainda sofrem talvez não a escravidão propriamente dita, mas que vivem em condições bastante semelhantes, além de patrões que abusam de seus empregados com cargas horárias e condições de trabalho absurdas. Claro que atualmente o ser humano possui infinitamente mais liberdade, porém os limites ainda existem, a maioria nos ajuda, mas existem também limitações desnecessárias. A liberdade de expressão, por exemplo, dizem que todos a possuem, porém não se pode dizer o que vier a mente sem pensar nas conseqüências que suas palavras podem causar até por uma questão de não causar caos, no entanto se o fizer terá que agüentar a resposta dos atingidos que também exercem sua liberdade.

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